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Crescem relatos de problemas crônicos com metal líquido em consoles PS5

Introdução ao Problema do PS5

Desde o lançamento do PS5, em novembro de 2020, diversas análises técnicas levantaram preocupações sobre um problema potencial no console: o metal líquido. Este componente foi identificado como uma questão que pode afetar a durabilidade do equipamento, especialmente se ele for mantido na posição vertical.

O Que é o Problema do Metal Líquido?

O canal Moore’s Law is Dead trouxe à tona uma discussão sobre esse problema, com insights do especialista Matthew Cassells, fundador da Alderon Games. Segundo Cassells, o metal líquido pode gotejar dentro do console quando este estiver posicionado verticalmente. É importante notar que esse gotejamento não ocorre imediatamente, mas é um efeito que pode se manifestar ao longo do tempo.

Em essência, isso significa que qualquer unidade do PS5 tem o risco de sofrer dessa falha eventualmente, embora não exista garantia de que isso acontecerá.

Consequências do Gotejamento de Metal Líquido

Cassells explicou que a disposição vertical do PS5 pode causar o vazamento do metal, resultando em alguns pontos secos na unidade de processamento (APU). Isso, por sua vez, pode levar o console a se desligar espontaneamente como uma medida de segurança. O especialista também mencionou que, embora limpezas possam ajudar, elas não resolvem o problema de maneira definitiva.

Relatos de Usuários

Após iniciar uma discussão sobre o problema no Discord da Alderon Games, Cassells compilou vários relatos de usuários que enfrentaram essa questão mesmo anos após a compra do PS5. Se seu console apresenta reinicializações inesperadas, uma solução recomendada é retirar a tampa (faceplate) e utilizar ar comprimido nos orifícios do console. Isso pode ajudar a eliminar os “pontos secos” mencionados.

No entanto, Cassells destaca que o problema pode ser resultado de uma combinação de fatores e que é difícil determinar uma única causa.

Consoles Antigos e Risco

A tendência é que unidades mais antigas do PS5 sejam mais suscetíveis a esse problema do que as fabricadas em datas recentes. Por isso, é importante ficar atento aos sinais. Se você já passou por algo semelhante, sinta-se à vontade para compartilhar sua experiência nos comentários!

Referências Internas

Para mais informações sobre o universo dos jogos, confira outras notícias relevantes:

  • O remake de Painkiller recebe data oficial de lançamento, assim como outros títulos importantes.
  • O PS Plus Essential de julho traz Diablo 4 e mais dois grandes jogos; veja a lista completa!
  • Leia sobre como Hellblade 2 está se preparando para seu lançamento em agosto, incluindo melhorias para o PS5.

Imagem alusiva à discussão sobre o PS5.

“Square Enix Enfrenta Crise Após Saída do Criador de Final Fantasy”

A Saída de Hironobu Sakaguchi e seus Impactos na Square Enix

A Square Enix enfrentou grandes desafios após a saída de Hironobu Sakaguchi, considerado o criador de Final Fantasy, em 2003. Nobuo Uematsu, famoso compositor japonês, comentou sobre a importância dessa figura para a companhia, afirmando que sua saída foi um verdadeiro divisor de águas.

A Contribuição de Sakaguchi para a Square Enix

Durante um podcast com Uematsu, foi discutida a longa colaboração entre eles e o impacto que Sakaguchi teve na empresa. Uematsu destacou a liderança inata de Sakaguchi, dizendo: “Ele é o grande líder. Sempre foi e sempre será.”

O compositor relembrou como Sakaguchi gerenciava a equipe mesmo em situações de desorganização. “Nem sequer existia uma organização corporativa, no entanto, todos o ouviam. É o tipo de qualidade que simplesmente nasce contigo,” afirmou Uematsu.

A Crise na Square Enix Após a Saída

Uematsu também revelou que, após a saída de Sakaguchi, a situação na Square Enix se deteriorou rapidamente. “Ele saiu e a organização subitamente colapsou. Pensei para mim mesmo ‘oh não, devia fugir daqui’,” declarou Uematsu. Apesar disso, o compositor elogiou a Square Enix por conseguir reerguer-se após os problemas enfrentados, especialmente após a fusão com a Enix.

Desafios Financeiros nos Anos 2000

No começo dos anos 2000, a Square passou por dificuldades financeiras significativas. O atraso no lançamento de Final Fantasy 10 e o fracasso do filme The Spirits Within contribuíram para esses problemas. Adicionalmente, títulos como Final Fantasy 13 e Final Fantasy 15 enfrentaram longos períodos de desenvolvimento, o que acabou dividindo a comunidade de fãs.

Essas dificuldades financeiras seriam posteriormente um desafio para a empresa se recuperar, mas a força de inovações e a dedicação de suas equipes ajudaram a restabelecer a confiança dos fãs.

Legado de Hironobu Sakaguchi

O legado de Sakaguchi na Square Enix é inegável e, como mencionado por Uematsu, sua habilidade de liderar e inspirar continua a ser um alicerce para a empresa. O impacto de sua saída é um lembrete importante sobre a importância de líderes visionários na indústria dos games.

Você também pode compartilhar sua opinião sobre o impacto da saída de Sakaguchi nos comentários!

Imagem Relevante sobre Hironobu Sakaguchi e Square Enix

Para saber mais sobre o futuro da franquia, dê uma olhada no artigo sobre Final Fantasy 7 nos cinemas.

Nintendo Switch 2 apresenta tela com desempenho inferior ao modelo anterior

O Nintendo Switch 2

O Nintendo Switch 2 trouxe diversas melhorias se comparado ao seu antecessor, conquistando muitos jogadores com suas funcionalidades. No entanto, algumas críticas surgiram sobre a qualidade de sua tela, que chamou a atenção para seu desempenho nas análises mais técnicas.

Desempenho da Tela do Switch 2

Um canal especializado, conhecido como Monitors Unboxed, realizou uma análise detalhada da tela do Switch 2. Eles descobriram que, em testes que medem as transições cinza para cinza, o console apresentou uma média de 33 milissegundos. Para contextualizar, a maioria dos monitores de PC registra um tempo entre 6 e 20 milissegundos, enquanto o primeiro Switch tinha uma média de 21 milissegundos.

Uma possível explicação para a performance insatisfatória no novo console pode ser a ausência da tecnologia Overdrive, que potencializa o tempo de resposta em muitas telas atuais. Essa escolha pode ter sido feita para prolongar a autonomia da bateria do dispositivo.

Problemas de Ghosting

O famoso teste do Ufo também revelou que o ghosting é visivelmente mais intenso no Switch 2, indicando que o tempo de resposta é quase o dobro de 16,7 ms em 60 Hz. Quando a taxa de atualização é elevada para 120 Hz, o desempenho não apresenta melhorias significativas, pois o painel não consegue acompanhar ciclos de atualização mais rápidos.

Qualidade do HDR

Outra novidade do Switch 2 foi a implementação do HDR em sua tela. No entanto, os resultados não são tão bons quanto esperado. Durante os testes, a taxa de contraste da tela alcançou 1.60 para 1, enquanto valores ideais para uma experiência de HDR normalmente excedem 50.000 para 1.

Na prática, a imagem exibida em jogos com HDR assemelha-se a uma tela SDR (Standard Dynamic Range) com o brilho elevado. Um ponto positivo é que em comparação com o primeiro Switch, o modo HDR tende a ressaltar cores e melhorar a visualização em cenários escuros.

Conclusão: A Tela do Switch 2 é Melhor ou Pior?

De acordo com a análise feita pelo canal, a tela do Switch 2 pode ser considerada um avanço em comparação à tela do Switch 1, especialmente devido à inclusão de tecnologias como VRR e taxa de atualização de 120 Hz. Entretanto, o maior retrocesso está no tempo de resposta, que pode ser problema para jogos mais acelerados.

Para solucionar esses problemas, é esperado que a Nintendo lance uma nova versão do console com um display OLED. Vale lembrar que existem PCs portáteis com esse tipo de tela, como o Steam Deck OLED, embora seu preço seja superior ao do Switch 2.

Interaja Conosco!

O que você achou das mudanças na tela do Nintendo Switch 2? Deixe sua opinião nos comentários!

Referências:
– Confira a nossa análise do remaster HD de Bravely Default Flying Fairy para entender mais sobre RPGs.
– Não deixe de saber mais sobre a remoção de jogos que a Netflix anunciou.
– Fique por dentro do lançamento de Little Nightmares 3 e suas novidades.

Square Enix Reconhece o Interesse em Jogos por Turnos entre os Fãs

A Square Enix e o Futuro dos Jogos por Turnos

A Square Enix parece estar atenta ao crescente interesse dos fãs por jogos de RPG com combate por turnos, especialmente em virtude do sucesso de *Clair Obscur: Expedition 33*, desenvolvido pela Sandfall. Essa percepção foi divulgada durante uma recente apresentação para investidores, onde um acionista japonês questionou a empresa sobre a relevância dos combates por turnos em franquias icônicas como *Dragon Quest* e *Final Fantasy*.

A Resposta da Square Enix

Os representantes da Square Enix deixaram claro que reconhecem o sucesso de *Expedition 33*. Eles ressaltaram que os jogos por turnos estão entre as raízes da empresa e, portanto, são um estilo de jogo que valorizam. A companhia tem planos de lançar novos títulos dentro desse gênero no futuro próximo.

Uma Nova Fase para a Square Enix

Além da confirmação do interesse em jogos por turnos, a Square Enix anunciou que a nova fase da empresa dará prioridade a lançamentos menos frequentes, mas com maior qualidade. Segundo eles, nos próximos três anos, os fãs podem esperar jogos realmente interessantes que serão lançados. Após esse período, o plano é continuar com uma variedade maior de títulos, inclusive de média escala.

Expectativas Futuras

Atualmente, a empresa ainda não revelou detalhes específicos sobre quais jogos serão lançados nos próximos anos. Contudo, há várias franquias em seu portfólio que podem se tornar um foco, e a especulação é bem-vinda. Quais títulos você gostaria de ver de volta? Compartilhe sua opinião nos comentários!

Referências Internas

Se você deseja saber mais sobre a mudança de foco da empresa, confira o artigo sobre como a Square Enix deve retomar foco em RPGs com batalhas por turnos. Além disso, artigos sobre a situação da equipe do estúdio, como no caso das demissões de 30% após o fracasso da MindsEye, e as declarações de Charlie Cox sobre *Clair Obscur: Expedition 33* podem enriquecer ainda mais sua leitura, vejam aqui.

Square Enix

Remake de Painkiller recebe data oficial de lançamento

O Remake de Painkiller Está Chegando

O clássico jogo de tiro em primeira pessoa, Painkiller, está prestes a retornar com uma nova versão. A produtora Saber Interactive e a desenvolvedora Anshar Studios anunciaram que o remake estará disponível para PC, PS5 e Xbox Series X/S.

Data de Lançamento

Anote em sua agenda: o lançamento está marcado para o dia 9 de outubro. As pré-vendas já estão abertas, e você pode conferir o trailer de revelação para ter uma ideia do que vem por aí.

Versões e Preços

O remake estará disponível em duas versões:

  • Edição Standard: 40 dólares
  • Versão Deluxe: 50 dólares, incluindo acesso a 3 DLCs que serão lançados após o jogo

Sobre o Jogo

Para quem não conhece, em Painkiller, você é enviado ao purgatório e sua missão é eliminar hordas de demônios, seja jogando sozinho ou em um novo modo cooperativo online para dois jogadores, que é uma novidade desta versão.

Expectativas e Interação

Está animado para jogar Painkiller Remake? Compartilhe suas memórias favoritas do jogo nos comentários abaixo!

Referências e Links Relacionados

Se você está interessado em mais novidades sobre remakes e eventos, confira:

Painkiller Remake

PS Plus Essential de julho traz Diablo 4 e mais dois grandes jogos; veja a lista completa!

Novos Jogos Grátis no PlayStation Plus para Julho de 2025

O catálogo do PlayStation Plus continua a expandir, com a adição de novos jogos todos os meses. A Sony anunciou recentemente os títulos disponíveis para os assinantes do PS Plus Essential no início de julho de 2025. Este é o nível básico de sua assinatura, que oferece acesso a uma seleção de jogos.

Títulos Disponíveis em Julho

No primeiro dia de julho, três novos jogos estarão disponíveis para os membros do PS Plus Essential. Confira a lista:

  • Diablo IV (PS5 e PS4)
  • The King of Fighters XV (PS5 e PS4)
  • Jusant (PS5)

Última Chance para Resgatar Jogos de Junho

Caso você ainda não tenha resgatado os jogos do PS Plus Essential de junho, tenha em mente que você tem até segunda-feira, 30 de junho, para fazê-lo. Os títulos disponíveis são:

  • Destiny 2: The Final Shape (PS4 e PS5)
  • NBA 2K25 (PS4 e PS5)
  • Alone in the Dark (2024) (PS5)
  • Bomb Rush Cyberfunk (PS4 e PS5)

Detalhes dos Jogos de Julho

Vamos explorar mais sobre os novos jogos que chegarão ao PS Plus Essential em julho.

Diablo IV

Diablo IV é um RPG de ação que promete uma experiência emocionante com combate intenso, diversas opções de customização de personagens e um mundo aberto para explorar. O jogo pode ser jogado sozinho ou em equipe, e inclui uma campanha envolvente, masmorras desafiadoras, loot lendário e um modo End Game repleto de conteúdo, como chefes e comércio entre jogadores.

The King of Fighters XV

Neste título, The King of Fighters XV, os jogadores podem se divertir com o clássico formato de batalha 3v3, contando com 39 personagens, tanto veteranos quanto novos lutadores. O jogo introduz um novo sistema de combate com rollback netcode para melhorar a performance online. Além disso, a versão disponível no PS Plus traz um traje clássico para Leona, uma das personagens icônicas da franquia.

Jusant

Jusant é um jogo de escalada que combina elementos de ação e quebra-cabeça. Os jogadores deverão escalar uma torre enigmática no seu próprio ritmo, aprendendo a usar ferramentas de escalada, gerenciando a resistência e descobrindo rotas alternativas para desvendar os mistérios de uma civilização antiga.

Junte-se à Discussão!

O que você achou dos jogos que estarão disponíveis em julho no PS Plus Essential? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe qual título você está ansioso para jogar!

Referências

Para mais informações sobre o PlayStation Plus e seus lançamentos, você pode conferir os seguintes links relevantes:

Análise do Remaster HD de Bravely Default Flying Fairy: Um JRPG Clássico e Imperdível

Bravely Default Flying Fairy HD Remaster: Um Clássico de Culto em Nova Versão

O remaster HD de um dos clássicos mais queridos da Square Enix finalmente chegou às plataformas atuais. Contudo, apesar de suas qualidades, ele tem o potencial de dividir opiniões entre os jogadores.

Bravely Default Flying Fairy foi lançado originalmente na Nintendo 3DS em 2012, numa época em que lançamentos japoneses em todo o mundo ainda não eram tão comuns. Nessa fase, as grandes franquias da Square Enix enfrentavam desafios, o que ajudou a elevar este JRPG a um status de clássico cult.

Uma Nova Oportunidade na Nintendo Switch 2

A Square Enix apresentou este HD Remaster para a Nintendo Switch 2, um dos primeiros JRPGs da nova plataforma e um marco nas suas ambições de conquistar os fãs das produções japonesas. Com essa atualização, o jogo se torna mais acessível, oferecendo novidades e melhorias, mas continua a ter características que podem dividir a recepção dos jogadores.

É importante destacar que este título originou alguns dos jogos mais aclamados da Square Enix nos últimos anos, como a série Octopath Traveler, que introduziu as mecânicas Default e Brave. Essas mecânicas trazem um nível estratégico ao combate, embora os jogadores possam perceber que a fórmula foi aprimorada em outras obras.

Dados do Jogo

  • Estúdio: Cattle Call
  • Editora: Square Enix
  • Plataforma: Nintendo Switch 2
  • Disponível para: Nintendo Switch 2

Independentemente das opiniões divergentes, o jogo apresenta elementos que podem testar a paciência dos jogadores, apesar de contar com algumas facilidades para reduzir o grind.

Um Clássico de Culto com Melhorias Gráficas

O retorno a Luxendarc por meio desta versão HD Remaster é bem-sucedido, se adaptando ao formato híbrido da Nintendo Switch 2, seja no modo dock ou portátil. Os personagens, as telas de combate e o mapa do mundo foram convertidos para alta definição, mantendo a sensação de profundidade que encantava na 3DS. Os gráficos em 2D continuam a transmitir a beleza de um livro de fantasia.

Ver esses locais e ilustrações em alta definição, acompanhados por uma trilha sonora envolvente, é um dos maiores prazeres desta remasterização. Embora as melhorias visuais criem a sensação de um jogo novo, as mecânicas e o design ainda remetem à experiência original de 2013, que causou tanto impacto quando chegou à Europa.

A Square Enix fez esforços para modernizar a interface, permitindo acelerar a velocidade dos combates em até quatro vezes e ajustar a frequência de encontros aleatórios. Apesar disso, o jogo ainda pode ser percebido como não totalmente revolucionário, com uma narrativa, personagens e ritmo de progressão que podem ressentir-se da comparação com títulos mais recentes.

Um Enredo Divisivo

A história repleta de momentos engraçados e personagens curiosos pode perder a magia rapidamente, especialmente devido ao ritmo de progressão que muitos consideram lento. A jornada de Agnes e seus companheiros para salvar os cristais do mundo pode, por vezes, sentir-se arrastada, levando os jogadores a um ciclo interminável de grind.

A percepção do ritmo e a profundidade da história variam conforme o jogador, e essa divisão pode causar discussões fervorosas na comunidade. Mesmo os fãs dedicados podem sentir que, em certos momentos, estão apenas tolerando os desafios, ao invés de se divertirem. O sistema de combate, embora divertido e nostálgico, pode deixar um gosto amargo em relação às recompensas oferecidas após longos períodos dedicados ao grind.

Mecânicas de Combate Clássicas

O sistema de combate em Bravely Default Flying Fairy HD Remaster é baseado em turnos, com um sistema de Jobs que permite combinações interessantes de habilidades. As mecânicas Default e Brave, que se tornaram marcas registradas do jogo, ainda são suas principais características. A mecânica Brave permite que o jogador ataque várias vezes em um único turno, enquanto a Default oferece uma postura defensiva que ajuda a acumular pontos.

Ainda que o sistema de combate tenha um apelo nostálgico, após 13 anos e com o surgimento de novos jogos que aprimoram essas mecânicas, Bravely Default Flying Fairy HD Remaster se mantém relevante. Novos jogadores e os que não experimentaram o original certamente encontrarão combates empolgantes e estratégicos, particularmente quando enfrentam os vários bosses que exigem grind.

Conclusão

Bravely Default Flying Fairy HD Remaster é um JRPG que merece reconhecimento. Se você, assim como eu, não jogou o original e tem curiosidade em saber por que é considerado um clássico de culto, é provável que se encante por suas mecânicas e charme. No entanto, mesmo aqueles que amaram o jogo original podem sentir sua paciência sendo constantemente desafiada.

Prós e Contras

  • Prós:
    • Estética encantadora de livro de fantasia
    • Sistema de combate com mecânicas Default e Brave
    • Melhorias na interface e novas funcionalidades
    • Banda sonora envolvente
    • Sistema de Jobs e Habilidades que proporcionam profundidade à gestão de personagens
  • Contras:
    • Progressão narrativa lenta
    • O grind pode se tornar enfadonho

Convido você a compartilhar suas opiniões sobre este remaster nos comentários abaixo. O que você achou das novas mecânicas e das melhorias gráficas? Vamos conversar!

“Phantom Blade Zero: Ação Inovadora que Fugiu do Estilo Soulslike”

Phantom Blade Zero: Um Novo Jogo de Ação

Desde seu anúncio, Phantom Blade Zero tem sido comparado a jogos do gênero soulslike, como Dark Souls e Elden Ring. No entanto, a desenvolvedora S-Game esclareceu que seu novo título não se encaixa nessa categoria. O CEO da produtora declarou que o jogo será uma experiência de ação “nova e diferente”.

Inspirações e Estilo de Jogo

O executivo mencionou que as inspirações para a criação de Phantom Blade Zero vieram de jogos renomados, como Devil May Cry e Ninja Gaiden.No entanto, com o progresso do desenvolvimento, a equipe acabou criando algo único, com fortes influências das artes marciais chinesas e filmes de kung-fu.

O Que Esperar de Phantom Blade Zero

Em uma mensagem divulgada nas redes sociais, o CEO da S-Game comentou sobre o foco do jogo. Segundo ele, embora entenda a necessidade dos fãs em rotular os gêneros, Phantom Blade Zero não é unicamente um soulslike ou um jogo de ação tradicional. Ele enfatizou:

“Eu sempre admirei os criadores que definiram esses gêneros. Passei anos imerso no trabalho deles, aprendendo com seu brilhantismo. No entanto, na criação deste jogo, encontramos um caminho inesperado.”

A ideia inicial era desenvolver um clássico hack and slash em um mundo expansivo, mas à medida que o projeto avançou, a estética cultural do jogo se tornou muito mais forte.

Personalidade e Elementos do Jogo

A S-Game reiterou o quanto as artes marciais chinesas influenciam a experiência de jogo. Nesse sentido, o CEO mencionou que, assim como os filmes de kung-fu da década de 60 e 70 evoluíram para algo único, ele deseja que Phantom Blade Zero também alcance essa identidade singular.

De forma geral, o jogo pode ser classificado como um RPG de ação que incluirá:

  • Momentos cinematográficos
  • Seções de perseguições em carruagens
  • Ação frenética

Além disso, será possível escolher entre três níveis de dificuldade, permitindo que jogadores menos experientes tenham uma experiência mais tranquila.

Conclusão

Phantom Blade Zero está programado para ser lançado em 2026, disponível para PS5 e PC. Essa nova adição ao mercado promete oferecer uma experiência divertida e repleta de ação, com uma rica influência cultural.

O que você acha das influências de Phantom Blade Zero? Deixe suas opiniões nos comentários!

Phantom Blade Zero Gameplay

Sony confirma que PS Plus não incluirá jogos first-party no lançamento

Exclusivos do PlayStation e a PS Plus

A Sony investe bastante nas adições mensais da PS Plus, trazendo lançamentos de grande relevância. No entanto, os assinantes ainda não poderão contar com os jogos first-party da empresa no serviço logo no dia de seu lançamento.

Declarações do Vice-Presidente da PlayStation

Durante uma entrevista ao Game File, Nick Maguire, vice-presidente de serviços globais do PlayStation, foi questionado sobre mudanças na política da PS Plus, especialmente em comparação ao Xbox, que disponibiliza seus exclusivos no nível mais alto do serviço desde o lançamento.

Maguire foi claro ao negar essa possibilidade e reafirmou que a estratégia atual da Sony é lançar exclusivos um ano após sua estreia, além de adicionar de quatro a cinco jogos independentes ao catálogo da PS Plus.

Política de Lançamento da Sony

Segundo Maguire, a Sony mantém sua estratégia, que é pensar em um equilíbrio que tem funcionado bem até o momento:

  • Não lançar jogos no mesmo dia em que chegam ao mercado.
  • Integrar títulos independentes no serviço.
  • Lançar jogos exclusivos com um intervalo de 12 a 18 meses após seu lançamento inicial.

Essa abordagem parece estar dando certo, já que a plataforma continua atraindo jogadores.

Jogos do PS Plus e Novidades

Entre os lançamentos significativos do serviço, destacam-se títulos como Blue Prince, FBC: Firebreak, The Plucky Squire, Dave The Diver, Animal Well, Tales of Kenzera Zau e Stray.

No entanto, a expectativa de que a Sony altere sua abordagem de lançamento para incluir exclusivos desde seu primeiro dia de disponibilidade parece improvável. Assim, os jogos da empresa continuarão a chegar ao catálogo da PS Plus com um atraso significativo.

Recentemente, a Sony anunciou um aumento nos preços dos planos da PS Plus. Apesar disso, Maguire revelou que os planos Extra e Deluxe têm visto um crescimento consistente no número de assinantes.

Jogos do Plano Essential

Se você ainda não conferiu, a Sony apresentou a lista de jogos do plano Essential para julho, que inclui o famoso Diablo 4 e mais dois jogos. Para mais informações, você pode conferir o artigo sobre como a PS Plus Essencial apresenta lineup poderoso em julho para comemorar 15 anos.

Conclusão

Ao que tudo indica, a Sony não tem planos imediatos para alterar sua estratégia de lançamento de jogos na PS Plus. Isso continua a alimentar uma conversa interessante entre os jogadores e pode gerar debates nos comentários. O que você acha sobre essa política? Acha que deveria haver mudanças? Deixe sua opinião abaixo!

PS Plus

Square Enix deve retomar foco em RPGs com batalhas por turnos

Introdução aos JRPGs e à Square Enix

A Square Enix é uma das empresas que ajudou a popularizar os JRPGs com batalhas por turnos no final da década de 1980. Com o passar do tempo, para atrair um público mais jovem e diversificado, jogos como Final Fantasy passaram a adotar um estilo mais voltado para a ação. Contudo, o sucesso recente de um jogo de outra desenvolvedora pode fazer a Square Enix repensar suas direções.

Retorno aos RPGs por Turno

Recentemente, durante uma reunião da Square Enix, um investidor expressou seu desejo de ver franquias icônicas como Final Fantasy e Dragon Quest adotarem o sistema de combate por turnos em seus próximos lançamentos. Ele fundamentou seu pedido ao citar o sucesso de Clair Obscur: Expedition 33, que se destacou neste ano.

Os representantes da Square Enix reconheceram a relevância do sucesso de Expedition 33 e reafirmaram que os RPGs com batalhas por turnos fazem parte de suas raízes. Eles manifestaram intenção de continuar lançando jogos que incorporam esse estilo de combate.

Histórico dos RPGs por Turno na Square Enix

Nos anos 90, a Square Enix focava exclusivamente em RPGs por turnos. No entanto, essa abordagem mudou substancialmente com o tempo. O último jogo da série principal de Final Fantasy a apresentar um sistema de combate por turnos “tradicional” foi Final Fantasy XIII, lançado em 2009.

Após Final Fantasy XIII, a franquia Dragon Quest XI foi lançada em 2017 como um RPG por turnos de destaque. Desde então, a empresa tem lançado principalmente títulos menores ou remakes nesse estilo.

Conclusão

Com o desejo dos investidores e a recente reconsideração da Square Enix sobre o formato de combate, os fãs podem ter motivos para esperar novos jogos que revisitem as batalhas por turnos. Quais são suas expectativas sobre o futuro dos RPGs da Square Enix? Deixe suas opiniões nos comentários!

Final Fantasy IX