INTRODUÇÃO
O jogo Into the Dead: Our Darkest Days continua a mesma premissa de sobrevivência que muitos games já exploraram: a luta pela sobrevivência contra os zumbis. O desafio é manter-se vivo e, acima de tudo, proteger seu cérebro! Neste artigo, vou compartilhar minhas impressões sobre o jogo, que ainda se encontra em fase de acesso antecipado. Vamos conferir!
UMA HISTÓRIA SIMPLES, MAS EFICAZ
Como é comum em jogos de sobrevivência, a narrativa não é o principal foco de Into the Dead: Our Darkest Days. No entanto, uma história de fundo existe e é suficiente para criar um cenário interessante. A ação se passa na cidade de Walton, no Texas, durante a década de 80, que foi tomada por zumbis. Nem todos conseguiram escapar, e é a partir dessa situação que a aventura se desenrola.
Os jogadores começam escolhendo uma dupla de sobreviventes. Embora suas escolhas não mudem a narrativa principal, cada personagem possui características únicas, com pontos fortes e fracos, o que traz variação e estratégia às partidas.
EXPLORAÇÃO E RECURSOS
O jogo se destaca pela sua dinâmica, onde a exploração dos cenários é essencial para encontrar recursos. O mapa é extenso e nem todos os locais estão desbloqueados desde o início, o que contribui para um sistema de descoberta contínua. Além da coleta de suprimentos, o jogador deve ficar atento a pistas sobre os planos das autoridades para resgatar os sobreviventes restantes em Walton. Durante a exploração, é possível encontrar outros sobreviventes escondidos, que podem ser resgatados.
GERENCIAMENTO E BASE
A rotina em Into the Dead: Our Darkest Days envolve mais do que apenas explorar. É preciso gerenciar bem os sobreviventes, garantindo que estejam bem alimentados, descansados e sem ferimentos para otimizar suas habilidades durante as expedições. Além disso, os recursos coletados precisam ser refinados e convertidos em itens ou estruturas que auxiliam na sobrevivência, como:
- Bancadas para cozinhar
- Ateliês para fabricação de armas
- Camas para descanso
- Outras comodidades essenciais
Gerenciar os sobreviventes pode se tornar um desafio, especialmente quando novos personagens são encontrados. A limitação de espaço na mochila traz uma camada adicional de estratégia, tornando cada decisão importante.
Uma mecânica que se destaca é a necessidade de movimentação contínua da base. Para avançar na rota de fuga, o jogador deve eliminar zumbis em diferentes locais e transportar recursos para a nova base. Essa dinâmica torna a missão ainda mais desafiadora, já que pequenos erros podem custar caro.
TENSÃO NO COMBATE E EXPLORAÇÃO
Explorar os cenários em Into the Dead: Our Darkest Days é uma experiência que mescla tensão e adrenalina. Apesar do jogo ser um side-scroller, apresenta gráficos impressionantes e uma atmosfera envolvente. Com o tempo, o jogador pode encontrar locais repetidos, mas cada um deles tem uma configuração única a cada nova visita.
A exploração é tensa, pois a visibilidade é limitada e é preciso evitar fazer barulhos. Antes de abrir qualquer porta, os jogadores devem verificar se há zumbis nas proximidades, e várias vezes será necessário encontrar caminhos alternativos para evitar encontros indesejados.
Os locais de esconderijo e loot são bem sinalizados, permitindo que o jogador identifique rapidamente onde se esconder ou onde buscar recursos. A jogabilidade se destaca especialmente durante momentos de furtividade, onde cada movimento deve ser calculado.
QUALIDADE DA JOGABILIDADE
Os controles em Into the Dead: Our Darkest Days são responsivos, permitindo combates fluidos e movimentação suave dos personagens. Porém, a troca de armas pode ser feita através de um menu, o que exige atenção, já que o jogo não pausa nesse momento. Embora a mecânica de side-scroller possa sugerir simplicidade, a realidade é que a qualidade gráfica e o sistema de iluminação são excepcionais, com sangue e efeitos visuais impactantes durante os combates.
O som do jogo complementa a experiência, criando uma atmosfera tensa. Mesmo quando fora de uma sala, é possível ouvir os zumbis nas proximidades, o que torna os jogadores constantemente alertas.
VALE A PENA JOGAR?
Atualmente em acesso antecipado, Into the Dead: Our Darkest Days pode passar por mudanças até seu lançamento oficial. O que já podemos afirmar é que, embora o jogo tenha um grande mapa e várias áreas a serem exploradas, a experiência pode se tornar repetitiva ao longo do tempo. A diversidade de personagens e estratégias é o que mantém o jogador engajado.
A jogabilidade é satisfatória, mas melhorias na qualidade de vida seriam bem-vindas. Para aqueles que apreciam um nível elevado de dificuldade e estão dispostos a enfrentar os desafios do jogo, Into the Dead: Our Darkest Days pode ser uma escolha acertada. E você, já teve a oportunidade de experimentar o jogo? Deixe suas opiniões nos comentários!

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