O Port “Impossível” de Resident Evil para Game Boy Color
Ao longo da história dos videogames, diversas adaptações que pareciam improváveis acabam surpreendendo jogadores e críticos. Um exemplo notável é a versão de Resident Evil, que estava planejada para o Game Boy Color (GBC). Este projeto, que se revelou uma pequena maravilha técnica, quase se concretizou antes de ser cancelado.
Contexto do Desenvolvimento
O desenvolvimento do jogo começou em 1999 sob a responsabilidade do estúdio HotGen. Apesar de estar quase concluído, com cerca de 98% de progresso, o projeto foi deixado em segundo plano em 2000. Somente em 2011 foi que a ROM de protótipo começou a ser compartilhada na internet, gerando grande interesse dos fãs.
A Revelação da ROM de Protótipo
Recentemente, o projeto foi revitalizado graças ao trabalho da equipe do Games That Weren’t. Eles conseguiram preservar e divulgar a versão mais completa possível do jogo, permitindo, inclusive, que os jogadores experimentem a aventura do começo ao fim. Um destaque dessa versão é a opção de ir diretamente para a luta final contra o Tyrant.
O programador Pete Frith, que contribuiu para a divulgação do material, lembrou que a decisão de cancelar a versão do GBC foi baseada na crença de que o console não era “digno” do título icônico.
Cenas e Desafios do Jogo
Embora a versão do Resident Evil para GBC apresente alguns gráficos e sprites com erros, como cores incorretas e elementos repetidos, o projeto é admirável e poderia ter sido um marco na história dos jogos portáteis. Esse protótipo nos leva a questionar como seria um jogo de terror completo no GBC e se ele poderia superar o já conhecido Resident Evil Gaiden.
- Quais foram os principais desafios enfrentados por HotGen durante o desenvolvimento?
- Qual a importância de um título como Resident Evil no mercado de jogos portáteis?
Curiosidades e Comparações
Desde o cancelamento da versão de Resident Evil para o GBC, outras franquias também buscaram novas abordagens em consoles portáteis. Vale a pena observar as novidades que surgem, como os 11 jogos mais esperados para 2026, que prometem trazer experiências inovadoras.
Além disso, com a ascensão do Project M, do Switch 2, podemos esperar inovações que poderiam ter sido inspiradas por adaptações passadas. Dessa forma, cada novo título que surge no mercado se torna uma referência não só para os fãs, mas também para a indústria como um todo.
Conclusão
Hoje, ao refletirmos sobre o port cancelado de Resident Evil para o Game Boy Color, nos deparamos com uma oportunidade de entender melhor a evolução dos jogos de terror e a resiliência dos fãs. Este protótipo serve como um lembrete do que poderia ter sido, além de se tornar um tema que instiga discussões sobre as escolhas criativas enfrentadas por desenvolvedores ao longo dos anos.
Você ficou curioso para conhecer mais sobre esse jogo raro? O que acha do desenvolvimento indesejado de um clássico como Resident Evil para o GBC? Entre na conversa e deixe sua opinião nos comentários!


